sábado, 23 de junho de 2007

Uma Capital Cultural da Europa.

Apesar de ter consciência de que é natural que o saneamento da Câmara Municipal de Lisboa seja a prioridade dos próximos dois anos – dado o desgoverno dos 6 anos que passaram – mas, não podemos deixar cair o cuidado com que se deve tratar a Cidade Cultural, sala de visitas do País, nomeadamente, em ano de Presidência portuguesas da União Europeia.
É do senso comum que as realizações culturais são óptimos eventos para a promoção turística da Capital no estrangeiro, para além do seu contributo para as relações culturais internacionais, colocando Lisboa na rota cultural da Europa.

Por isso, não deve passar despercebida uma importante proposta de António Costa, e da sua equipa, onde não se tem que necessariamente entrar em megalomania financeiras mas, tem todas as condições para colocar Lisboa nas bocas do mundo cultural:
Preparar com vários parceiros, desde 2008, a criação de uma Bienal de Lisboa, de modelo interdisciplinar e versátil, desenhando uma estratégia de circulação pela cidade histórica articulada com um núcleo central na Frente Tejo, e explorando nas suas duas margens as qualidades únicas de paisagem e equipamentos. Explorar na sua implementação a ideia de estuário.

Um parágrafo que vale por muitas páginas.
Pedro Cegonho

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