segunda-feira, 25 de junho de 2007

O voto.

Em tempos de globalização, ocorre-me falar das recentes eleições francesas. Não para analisar os resultados. Não sou analista. Não para falar sobre se os franceses votaram bem ou não.
Eles, em primeiro lugar o sentirão na pele, pese embora as possíveis consequências na Europa.
Falo nelas, nestas eleições, pela sua magnífica participação eleitoral. Votaram cerca de 90% do eleitorado!!! Para o bem ou para o mal estas eleições constituem um exemplo. O exemplo do poder exercido com a arma mais poderosa da democracia.
O voto.
O voto, o nosso bem mais precioso enquanto cidadãos.
O voto, a nossa forma de afirmação.
O voto, a nossa forma de dizer: É isto que eu quero. A nossa forma de decidir como queremos viver, que vida queremos para os nossos filhos, que vida queremos para os tempos vindouros.
Por isso devemos escolher, votando.
Mas, cuidado…
Cuidado, com os falsos profetas munidos de breviários cheios de promessas milagreiras. Não há milagres. E se os há, são raros.

É urgente votarmos na verticalidade, na seriedade, no saber.

Por isso escolho António Costa.
Votemos em massa em António Costa.

É URGENTE, É URGENTE, VOTAR.
VOTAR ANTÓNIO COSTA

Virgínia Essenreiter