O acesso ao Museu de Arte Antiga.
Como já aqui escrevi, a cultura e o património são essenciais para a promoção turística da Capital no estrangeiro, para além do seu contributo para as relações culturais internacionais do próprio País.
Lia-se, há uns dias, no Diario Digital:
«No Museu de Arte Antiga, o candidato socialista defendeu a recuperação de um projecto de 1994 do arquitecto Eduardo Souto Moura, por ocasião da iniciativa «Lisboa capital da cultura», para se fazer uma passagem pedonal superior entre o museu e a avenida 24 de Julho.
Por esse projecto, a ligação faz-se junto ao rio Tejo, atravessando a linha de caminho de ferro entre o Cais do Sodré e Cascais, através de um tabuleiro pedonal com cerca de 70 metros de comprimento e 16 de altura, na zona da avenida 24 de Julho.
Com essa passagem, os socialistas acreditam que seria facilitado a acesso ao Museu de Arte Antiga, sobretudo por parte dos alunos das escolas.
«Ou se resolve o problema das acessibilidades, ou o museu tem que obrigatoriamente mudar de local«, advertiu a directora do Museu de Arte Antiga, Dalila Rodrigues.
Na acção de campanha, além dos candidatos da lista socialista Manuel Salgado e Helena Freitas (da área da cultura), estiveram presentes a presidente do Instituto Camões, Simoneta Luz Afonso, e Guta Moura Guedes (da comissão de honra da candidatura de António Costa). (...)»
Uma notícia que vale por muitas páginas de promessas.
Pedro Cegonho
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