sábado, 30 de junho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
O acesso ao Museu de Arte Antiga.
Como já aqui escrevi, a cultura e o património são essenciais para a promoção turística da Capital no estrangeiro, para além do seu contributo para as relações culturais internacionais do próprio País.
Lia-se, há uns dias, no Diario Digital:
«No Museu de Arte Antiga, o candidato socialista defendeu a recuperação de um projecto de 1994 do arquitecto Eduardo Souto Moura, por ocasião da iniciativa «Lisboa capital da cultura», para se fazer uma passagem pedonal superior entre o museu e a avenida 24 de Julho.
Por esse projecto, a ligação faz-se junto ao rio Tejo, atravessando a linha de caminho de ferro entre o Cais do Sodré e Cascais, através de um tabuleiro pedonal com cerca de 70 metros de comprimento e 16 de altura, na zona da avenida 24 de Julho.
Com essa passagem, os socialistas acreditam que seria facilitado a acesso ao Museu de Arte Antiga, sobretudo por parte dos alunos das escolas.
«Ou se resolve o problema das acessibilidades, ou o museu tem que obrigatoriamente mudar de local«, advertiu a directora do Museu de Arte Antiga, Dalila Rodrigues.
Na acção de campanha, além dos candidatos da lista socialista Manuel Salgado e Helena Freitas (da área da cultura), estiveram presentes a presidente do Instituto Camões, Simoneta Luz Afonso, e Guta Moura Guedes (da comissão de honra da candidatura de António Costa). (...)»
Uma notícia que vale por muitas páginas de promessas.
Pedro Cegonho
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quinta-feira, junho 28, 2007
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quarta-feira, 27 de junho de 2007
Lisboa precisa de uma gestão inclusiva.
Durante os anos anteriores aos últimos 6, durante o governo municipal Sampaio-Soares, a Av. Gago Coutinho deixou de ser uma fronteira intransponível, tendo sido construídas vias de acesso estruturantes que permitiram incluir a Zona Oriental na cidade. Foram edificadas infra-estruturas, parques, cuidado o espaço público… Já nos últimos 6 anos a gestão municipal da Direita apenas se lembrou da Zona Oriental como um grande espaço desconhecido, que pensam semi-vazio, que se podia vender “por atacado” para processos de urbanização imprevisíveis como forma de resolver os problemas financeiros da CML. Além disso, lembraram-se de instalar um casino no Parque das Nações – que será porventura a única parte da Zona Oriental da cidade que conhecem – mais uma vez como forma de financiar uma CML com “fileiras” de avençados cada vez mais engrossadas.
Lisboa precisa de voltar a ter uma gestão inclusiva, que a una. Uma liderança forte, que a possa restituir à normalidade e ponha uma pedra em cima do desgoverno dos últimos 6 anos. Precisa de uma vitória clara de António Costa e não de uma pulverização do executivo camarário por uma panóplia sem fim de vereadores de todas as cores ou desbotados, os recém-independentes. António Costa precisa dessa vitória clara, e da maioria clara que daí advirá, para a CML ter a governabilidade mínima necessária para voltar a “entrar nos eixos”. Nós precisamos de dar essa maioria clara para no futuro não se repetir esta situação turva e pouco digna de colapso de uma CML cada vez mais irresponsável e irresponsabilizável.
Filipe Costa
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quarta-feira, junho 27, 2007
Labels: Lisboa
Esta Lisboa que eu amo!
"Dentro de algumas horas deverá ser apresentado publicamente o nome do candidato do partido Socialista á Câmara de Lisboa. Vários nomes têm vindo á baila ultimamente (João Soares, Ferro Rodrigues, Mega Ferreira, António Costa, Jorge Coelho, Ana Paula Vitorino e Tózé Seguro), contudo, apesar do PSD apontar baterias para um "sacrificável "Fernando Seara", o aparecimento de mais uma candidatura á Esquerda (mesmo que independente) : Helena Roseta, pode vir a baralhar as contas das próximas eleições intercalares.
Torna-se assim imperativo que o PS apresente já ! o candidato mais forte, que possa constituir uma equipa capaz e que tenha a coragem, o reconhecimento público e o peso político para "reconstruir" Lisboa. Tendo ainda a possibilidade de aproveitar estes dois anos intercalares para efectuar as correcções e proceder ás transformações imprescindíveis para se apresentar novamente a sufrágio (autárquicas de 2009) com trabalho feito e com a cidade pronta a "descolar" para o futuro.
Garantidamente, um bom candidato com um bom projecto e com uma boa equipa pode retirar a cidade desta "crise" e relançá-la na elite das capitais europeias.
Esse candidato, na minha opinião tem um nome ...
António CostaA quem demonstro apoio incondicional, pedindo a todos aqueles que acreditam em Lisboa, que igualmente o façam".
Hoje, mais de um mês depois, reafirmo o meu desejo e acredito seriamente que Lisboa conseguirá renascer das cinzas que nem uma fénix adormecida.
Rumo á vitória com António Costa
com maioria urgente e considerável
para ter Lisboa como a gente gosta
cidade majestosa, linda e admirável
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quarta-feira, junho 27, 2007
Vazio, vazio…
Invocam para isso, o facto de o mesmo ter sido “Ministro de Estado” e “ o n.º2 de José Sócrates”.
Escudam-se em argumentos tão vazios, como o é o facto de, caso venha a ser António Costa o vencedor, passa o governo a presidir à CML.
Tendo em atenção que alguns desses candidatos já fizeram parte de alguns governos de má memória para o país, e analisando-os e às suas propostas, à luz de argumentos tão redutores e simplistas, como este que mencionei, apenas posso concluir que António Costa será sempre a melhor solução tendo em conta o desgoverno dos outros candidatos.
João Pedro Chasqueira
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quarta-feira, junho 27, 2007
terça-feira, 26 de junho de 2007
Mau demais para ser verdade

Assim não há candidatura que restista!
IPPAR, EPUL, EPAL...
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CMC
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terça-feira, junho 26, 2007
“O Impulso inovador de Fernando Negrão”
Quem após o debate a 7 de Junho na sic pensou que Fernando Negrão não tinha uma única ideia para Lisboa, está completamente enganado!!!
Fernando Negrão, ontem na rádio clube português apresentou uma verdadeira “revolução” para as empresas públicas de Lisboa. Quem o ouviu ontem na rádio clube português, terá ficado, com toda a certeza, como eu, verdadeiramente deliciado!
Fernando Negrão disse que iria pôr o IPPAR a tratar da Urbanização de Lisboa, construindo e transaccionando imóveis!!!! E como isto, por si só já não bastasse, este grande conhecedor das empresas públicas de Lisboa acrescentou ainda que a EPUL tratava das águas de Lisboa!!!!!!!!!!!!
O Dr. Fernando Negrão só não disse é se a EPAL vai ficar com a distribuição da electricidade em Lisboa. Será???
E a EMEL??? Vai pô-la a tratar dos lixos??? Boa!
A isto sim, chama-se INOVAR!
É de um Presidente com este grau de conhecimentos e este espírito criativo que Lisboa precisava para cumprir o desiderato do PSD iniciado com Carmona- o afundamento total!!!
Marta Oliveira Ascensão
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terça-feira, junho 26, 2007
Labels: Lisboa
O que têm a dizer os defensores da Portela?
O aeroporto de Lisboa é o quarto pior da Europa que mais população afecta, essencialmente com o ruído, segundo uma escala elaborada por uma organização não governamental britânica.
De acordo com o estudo da Greenskies, a saúde de 180 mil habitantes da capital portuguesa é directamente afectada pelo funcionamento do aeroporto da Portela.
Face a esta notícia, seria interessante saber o que pensam os candidatos que defendem a manutenção do aeroporto na Portela.
Até agora só silêncio... E ainda há dias pareciam que só tinham o aeroporto como bandeira eleitoral!
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CMC
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terça-feira, junho 26, 2007
«O País fica mais rico e Lisboa mais competitiva».
Esta madrugada estive no Museu Colecção Berardo. Eu mais uns milhares de pessoas! Num verdadeiro encontro de gerações, ontem Lisboa teve uma inauguração do Museu Berardo digna de qualquer uma das grandes capitais.
Era bom que o público que frequenta museus em Portugal movimentasse aquela massa humana com frequência! Com as iniciativas do Museu de Arte Antiga já havíamos demonstrado como é possível inovar, agora existe em Lisboa um Museu que poderá tornar-se num ícone da Cidade, trazendo à Capital uma importante fatia do turismo cultural. Agora temos que articular as rotas!
«Com este museu, o País fica mais rico e Lisboa uma cidade melhor. Antes, o roteiro da Arte Contemporânea acabava em Madrid. A partir de hoje, começa aqui», José Sócrates.
Pedro Cegonho
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terça-feira, junho 26, 2007
Labels: Lisboa
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Revitalizar o Centro de Lisboa
Há pouco mais de um ano referi o interesse e o incentivo que o projecto da Baixa-Chiado, apresentado, então, pela Vereadora do CDS, merecia.
A Baixa Pombalina precisa de ser renovada e deixar de ter as marcas de decadência, nalguns casos bem avançadas.
A revitalização do centro da cidade deve ser uma prioridade, que o anterior Presidente da Câmara engavetou e com isso estava a engavetar a própria cidade.
Hoje, houve um debate, de manhã, reservado à Baixa-Chiado, promovido pelo PS.
António Costa faz bem em ter nesta área nevrálgica da cidade um dos seus principais emblemas de mudança que quer imprimir em Lisboa.
E, naturalmente, todos as que estão interessadas na requalificação da cidade, independentemente das simpatias políticas, são sempre bem-vindas. A presença da antiga Vereadora do CDS no encontro de hoje é um bom sinal. Seguramente, a antiga autarca daria uma boa Comissária do projecto de revitalização da Baixa-Chiado, como António Costa já admitiu.
Em primeiro lugar está Lisboa.
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CMC
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segunda-feira, junho 25, 2007
"Zézinha na campanha PS" (Correio da Manhã)
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João Gomes
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segunda-feira, junho 25, 2007
Labels: Lisboa
O voto.
Em tempos de globalização, ocorre-me falar das recentes eleições francesas. Não para analisar os resultados. Não sou analista. Não para falar sobre se os franceses votaram bem ou não.
Eles, em primeiro lugar o sentirão na pele, pese embora as possíveis consequências na Europa.
Falo nelas, nestas eleições, pela sua magnífica participação eleitoral. Votaram cerca de 90% do eleitorado!!! Para o bem ou para o mal estas eleições constituem um exemplo. O exemplo do poder exercido com a arma mais poderosa da democracia.
O voto.
O voto, o nosso bem mais precioso enquanto cidadãos.
O voto, a nossa forma de afirmação.
O voto, a nossa forma de dizer: É isto que eu quero. A nossa forma de decidir como queremos viver, que vida queremos para os nossos filhos, que vida queremos para os tempos vindouros.
Por isso devemos escolher, votando.
Mas, cuidado…
Cuidado, com os falsos profetas munidos de breviários cheios de promessas milagreiras. Não há milagres. E se os há, são raros.
É urgente votarmos na verticalidade, na seriedade, no saber.
Por isso escolho António Costa.
Votemos em massa em António Costa.
É URGENTE, É URGENTE, VOTAR.
VOTAR ANTÓNIO COSTA
Virgínia Essenreiter
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cegonhix
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segunda-feira, junho 25, 2007
Labels: Cidadania
Por uma maioria clara e inequívoca.
E isso passa por passar a existir na Câmara uma maioria clara e inequívoca. Senão reparem, com quem partilhar responsabilidades?
O PCP, mesmo com dois vereadores, pode não ser suficiente.
Os independentes de há 2 ou 3 semanas, por definição, não representam um grupo político permanente no tempo, logo, como os vereadores eleitos por essas listas vão assumir responsabilidades? E, vão ter disciplina entre si ou ter-se-à que conversar com cada uma das associações/lobbys ou grupos de origem? Além de que, Carmona é o principal responsável pela situação a que chegámos...
Assim, a 15 de Julho, António Costa tem que ter uma maioria clara e inequívoca, sob pena de Lisboa arrastar-se numa telenovela por mais dois anos...
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Abrir Lisboa
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segunda-feira, junho 25, 2007
Labels: Lisboa
domingo, 24 de junho de 2007
António Costa defende vias encerradas para desporto
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João Gomes
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domingo, junho 24, 2007
Labels: Lisboa
Cartazes à La Santana.
O candidato a sério do PSD, o futuro vereador Fernando Negrão, entrou numa fase de campanha, em desespero, lançando cartazes profundamente demagógicos. E que tal ter umas ideias para Lisboa, hem? Não vos fazia mal nenhum.
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cegonhix
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domingo, junho 24, 2007
E pur si muove!
Apesar de tudo ela move-se, a cidade, Lisboa, apesar do "estrangulamento" inquisitório dos jogos partidários, do "sufoco" mediático das intermináveis novelas e da humilhação do circo causado pelas constantes suspeições, investigações e negocio..zões!
Apesar do ruído de 12 candidaturas, 4 canais em sinal aberto e uma dúzia em sinal codificado, uma dezena de revistas, uma arroba de jornais e uma resma de blogs desfigurarem a imagem que a cidade tem de si ao espelho, que não o espelho do rio que há muito foi afastado da sua filha, Lisboa...apesar de tudo isto, Lisboa move-se.
Devagar é certo, tolhida pelas areias movediças dos reais problemas que não cabem no prime time, que não merecem a visita dos senhores doutores candidatos, mas move-se...vive...respira...e está FARTA!
Farta de promessas, de mentiras, de traições, de vendilhões do templo, de negociatas, de erros e mais erros...
Lisboa não emigra porque é varina, porque sabe a fado e cheira a sardinha, tem a alma triste e rija que aguentou tudo, amaldiçoados reis, incompetentes presidentes e ditadores mais ou menos famosos, por isso fica e resiste,mas fica cada vez mais cinzenta...
Neste inqualificável estado de alma, na situação putrefacta a que chegou a imagem da Edilidade, olhando para o abismo que existe entre as justas aspirações dos Lisboetas e aquilo que a sua Autarquia lhe dá à mingua, serviços, cuidados,organização e futuro, não há tempo para heróis da retórica, não há tempo para viagens à ilha da utopia, não há tempo para aventureiros nem caçadores de tesouros.
Lisboa não suportará mais do mesmo, não levará às costas mais falsos idolos, não alimentará mais vicios desmedidos de solitárias de betão.
Lisboa não tem em Antonio Costa apenas uma boa escolha, uma boa hipótese, Lisboa tem na candidatura do Partido Socialista a UNICA hipotese de arrepiar caminho, a UNICA hipótese de mudar de rumo.
Lisboa dará ao Partido Socialista a responsabilidade que apenas o Partido Socialista pode suportar, Lisboa dará a maioria absoluta a um projecto que a 6 anos, sob a liderança capaz de António Costa, mudará o presente e assegurará o futuro daquela que é, contra ventos e marés, contra salteadores e corsários, a capital de Portugal.
Acredito nesta missão, acredito neste designio, julgo que apenas este Partido poderá estar à altura destas exigências e enche-me de orgulho poder modestamente participar neste grande desafio que marcará uma geração.
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Paulo Ferreira
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domingo, junho 24, 2007
sábado, 23 de junho de 2007
Entrevistas RTP1
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João Gomes
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sábado, junho 23, 2007
Labels: Lisboa
Redefinição
Há que pensar o que foi a cidade de Lisboa, o que é, e o que queremos que ela seja.
Soluções financeiras para as dividas da CML, não são o maior problema, pois soluções existem, muitas.
A cidade é para as pessoas que nela habitam, trabalham ou simplesmente a visitam, e é nas pessoas que deve ser centrado o pensamento para a cidade.
Devemos antes de mais ter a verdadeira noção do que representa Lisboa, Capital de Portugal.
A história dá-nos a sabedoria, diz-nos o que foi feito no passado tenha sido bom ou mau, e é por ai que devemos começar a pensar na cidade.
Não se trata apenas de uma questão politico partidária, e acusar os outros da situação que Lisboa se encontra não resolve nada.
Temos de ser todos a trabalhar por uma cidade melhor, cabe a cada um de nós participar na "luta" para que Lisboa volte a ser uma grande cidade, e diga-se que nunca o deixou de ser, apenas passa por uma fase em que as pessoas de uma forma global não querem saber do que se passa á sua volta, e esta displicência geral levou-nos a este chamado "caos".
O mais importante é pensarmos que muito simplesmente a relação CAUSA/CONSEQUÊNCIA estará sempre associada a qualquer medida que se tome.
Tudo o que for feito nos próximos tempos, irá ter um impacto não só agora como no futuro com que nos iremos deparar.
Temos de pensar a cidade de forma a que ela possa permitir qualidade de vida ás gerações de agora como aquelas que virão, e essas serão sempre as mais prejudicadas com os erros que possam vir a ser cometidos agora.
O mundo altera-se todos os dias, e com ele também nós, a cidade terá de ser adaptada á realidade actual.
Lisboa necessita de muitas soluções, mas o que Lisboa mais precisa é que as pessoas regressem à cidade e essa deve ser a politica principal a aplicar.
Saudações
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André Bernardo
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sábado, junho 23, 2007
Uma Capital Cultural da Europa.
É do senso comum que as realizações culturais são óptimos eventos para a promoção turística da Capital no estrangeiro, para além do seu contributo para as relações culturais internacionais, colocando Lisboa na rota cultural da Europa.
Por isso, não deve passar despercebida uma importante proposta de António Costa, e da sua equipa, onde não se tem que necessariamente entrar em megalomania financeiras mas, tem todas as condições para colocar Lisboa nas bocas do mundo cultural:
Preparar com vários parceiros, desde 2008, a criação de uma Bienal de Lisboa, de modelo interdisciplinar e versátil, desenhando uma estratégia de circulação pela cidade histórica articulada com um núcleo central na Frente Tejo, e explorando nas suas duas margens as qualidades únicas de paisagem e equipamentos. Explorar na sua implementação a ideia de estuário.
Um parágrafo que vale por muitas páginas.
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cegonhix
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sábado, junho 23, 2007
Labels: Cultura
«... falta de incentivo aos nossos criadores...»
«Desde 1991, repito, desde 1991 que a Câmara Municipal de Lisboa não abre um concurso de arquitectura, o que é bem revelador da realidade e da total falta de incentivo aos nossos criadores para poderem fazer intervenções urbanas de grande qualidade», disse o candidato socialista - António Costa - às eleições intercalares do próximo dia 15, durante uma visita ao pólo 1 da Trienal de Arquitectura, no Pavilhão de Portugal, Parque das Nações. (in Diário Digital / Lusa)
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Abrir Lisboa
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sábado, junho 23, 2007
Labels: Lisboa
Com tranquilidade... Rumo aos 1,6%
Não consigo compreender a tranquilidade de Telmo Correia na entrevista de hoje, ao semanário Expresso. Um candidato de um partido, que durante muito tempo foi o quarto maior a nível nacional e que aparece nas sondagens com votações entre 1% e 4%, arriscando-se a perder o único vereador que o CDS tem na capital, não pode ter aquele tipo de postura. Cada vez que ouvimos Telmo Correia a falar de Lisboa nos assustamos mais, primeiro foram as câmaras de videovigilância e agora são os graffitis. Quando é que o CDS/PP começa a ter um discurso que vá de encontro aquilo que os lisboetas realmente precisam?
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João Gomes
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sábado, junho 23, 2007
Labels: Lisboa
A Crise em Lisboa

Há politólogos que consideram que a queda pontual de governos é positiva, traduz-se no facto de que a democracia funciona, contudo, no caso da câmara Municipal de Lisboa, nem este argumento serve, se atentarmos á história governativa da cidade, podemos verificar que, nos 113 anos de câmara municipal, passaram pela câmara 39 presidentes .
Se fizermos contas percebe-mos que, em média, cada presidente se manteve no cargo 2,8 anos, acrescentando o facto de que alguns acumularam 10 anos de governação a situação piora.
Face ás carências identificadas na câmara municipal de Lisboa, carências de índole económica e financeira, de solidariedade social, ao nível da gestão, etc., contar o número de presidentes de câmara parece irrelevante, não o é, basta imaginar os danos causados por mudanças significativas de políticas, de pessoal, etc. de 2,8 em 2,8 anos, é fácil perspectivar que, pelo menos, causa bastantes danos financeiros.
De qualquer forma o passado já foi, é importante perceber o porquê das coisas, mas mais importante que isso é perceber o que se vai fazer quanto a isso.
Na minha opinião não á uma resposta, não há um dogma, uma formula que resolva o problema, há sim, segundo penso, uma orientação, uma metodologia, um guia de acção adaptável a mudanças. É disso que nós, lisboetas, precisamos.
É por isso que penso, não, é por isso que sei que António Costa é o homem certo, para além de ser um político competente, é uma pessoa séria, não segue dogmas, verdades absolutas, consegue definir uma meta e um método e um caminho para lá chegar, mas mais que isso, é alguém que sabe trabalhar em equipa. É um líder, mas sabe repartir responsabilidades e motivar quem o rodeia.
Para mim, António Costa é a resposta para Lisboa
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Jorge Franco
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sábado, junho 23, 2007
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Debates
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João Gomes
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sábado, junho 23, 2007
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sexta-feira, 22 de junho de 2007
Cidade dinâmica
Para já, destaco dois dos vários pontos apresentados, pela relevância das áreas, Cultura e Mobilidade:
E) Equacionar a construção em Lisboa da “Biblioteca da Língua Portuguesa” enquanto instituição de referência a nível mundial de recolha, tratamento e divulgação de fundos bibliográficos relativos à língua e história da língua portuguesas, bem como promotora e acolhedora de investigadores nacionais e estrangeiros da língua portuguesa;
- Ponderar a atribuição da gestão das empresas públicas de transportes colectivos públicos à Área Metropolitana de Lisboa.
Era tempo de assumirmos um papel mais efectivo na cena lusófona. Ao que sei, está previsto o surgimento de um Museu da Língua Potuguesa, onde funcionou durante vários anos o Museu do Brinquedo, em Belém, do lado do rio, em frente ao CCB. Esta Biblioteca poderia ser, mais do que um complemento, um pólo de projecção de uma língua que é falada por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo.
Em relação ao ponto da mobilidade, o Filipe coloca o dedo na ferida, pois não se pode conceber a rede de transportes a nível concelhio, como, por exemplo, a CARRIS tendo a assumir.
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CMC
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sexta-feira, junho 22, 2007
As surpresas que podem surgir
A propósito do teu escrito, eu não diria que há algo de garantido e as sondagens, apesar de importantes, podem falhar e falham. No caso desta eleição, muito em concreto, dado o período do ano em que vão ter lugar, podem surgir, e estou em crer que vão surgir, muitas surpresas na noite de 15 de Julho.
Muito depende também do grau de afluência às urnas.
Por abordarmos sondagens, se te recordares, há dois anos, o candidato do PS à CML surgia numa sondagem do Expresso, 48 horas antes da eleição, a par do candidato do PPD, e que agora surge na qualidade de independente, e, na realidade, acabou por ficar quase a 15%.
É importante continuar a assinalar a importância destas eleições por causa do futuro da cidade, da qualidade de vida que queremos contar e usufruir.
E o futuro de Lisboa depende da escolha de cada pessoa.
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CMC
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sexta-feira, junho 22, 2007
Ainda as sondagens
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João Gomes
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sexta-feira, junho 22, 2007
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Análise à sondagem CM/Aximage
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João Gomes
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sexta-feira, junho 22, 2007
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Sondagem CM/Aximage
INTENÇÃO DE VOTO PARA A CM DE LISBOA
António Costa: 36,2% - 8 vereadores
Carmona Rodrigues: 13,6% - 2 vereadores
Fernando Negrão: 12,8% - 2 vereadores
Helena Roseta: 10% - 2 vereadores
Ruben de Carvalho: 9,3% - 2 vereadores
José Sá Fernandes: 4,4% - 1 vereador
Telmo Correia: 1,6% - 0 vereadores
Indecisos: 9,1%
OBN: 3%
Mais Informações
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João Gomes
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sexta-feira, junho 22, 2007
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Mas qual presidente?
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João Gomes
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sexta-feira, junho 22, 2007
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Cinco Ideias para Lisboa (I)
O reconhecimento do papel de capital na Europa, na Península Ibérica e na Área Metropolitana exigem que se discuta, analise e proponha medidas para a cidade de Lisboa que não ignorem esta tripla dimensão, que ultrapassa a esfera de competências das autarquias.
Portugal é hoje um país da União Europeia, sendo inequívoco e assumido pelos portugueses, pelos lisboetas a mais-valia, mas também o acréscimo de responsabilidade que isso representa, em especial num momento em que a União se alarga a um número muito significativo de países do Leste da Europa.
Devemos saudar o alargamento com entusiasmo, no espírito da solidariedade e partilha que tem pautado a construção europeia.
Há que acentuar as qualidades e vantagens de Portugal e de Lisboa numa União alargada, pensando a cidade no contexto dessa Europa e formulando propostas tendo presente que o espaço de Lisboa transcende os limites do concelho, enquanto capital nessa União.
De igual modo, a cidade de Lisboa não pode deixar de corresponder ao relevante e central papel que tem para Portugal, enquanto uma das três grandes metrópoles ibéricas, afirmando-se como pólo inequívoco de desenvolvimento nesta Península.
Os governos do PS conceberam uma estratégia para o desenvolvimento de Portugal no espaço ibérico, em que Lisboa tinha uma importância fundamental, pelo que não podemos permitir o autismo e insuficiência estratégica e de planeamento da gestão autárquica actual, quase sempre apenas preocupada com a obtenção de fundos comunitários, frequentemente desaproveitados.
Devemos encontrar e propor medidas que considerem esse papel estratégico que a cidade tem para Portugal, na sua afirmação de autonomia económica e de centro de decisão ibérico.
Lisboa deve saber ser, simultaneamente, no plano Ibérico, um sólido concorrente e um espaço de atracção de desenvolvimento. Os decisores políticos da cidade têm, por estas razões, de ter em conta a diluição das fronteiras ibéricas no plano económico, social e cultural, assumindo-a como uma vantagem e não um perigo.
Mas Lisboa deve ainda saber ser a capital da lusofonia e da língua portuguesa.
Lisboa é o centro geográfico e afectivo da língua portuguesa, e ponto de confluência entre povos e cidadãos que partilham a mesma língua e a mesma história. Não podemos ignorar esta realidade, principalmente quando Lisboa é um dos principais destinos de imigração destes povos, sabendo aproveitar os factores positivos que inequivocamente daí resultam.
Lisboa é também o denominador da maior Área Metropolitana nacional, que agrupa mais de dois milhões de cidadãos. A principal responsabilidade na afirmação da qualidade de vida destes cidadãos cabe ao concelho de Lisboa, primeiro mercado de trabalho e primeiro pólo cultural, tecnológico e de investigação desta área.
Na adopção de propostas para Lisboa é preciso ter em conta esta realidade, sabendo que as fronteiras da cidade não acabam nos limites do Concelho.
O executivo autárquico, as estruturas partidárias e demais intervenientes, devem:
A) Assumir que os grandes equipamentos da cidade de Lisboa devem ser concebidos e projectados à escala europeia e ibérica em que se insere, o que se torna especialmente relevante em matéria aeroportuária, portuária e de redes transnacionais terrestres. Nesta medida:
- O novo aeroporto de Lisboa não pode ser visto como uma infra-estrutura exclusivamente pensada para o concelho ou área metropolitana, antes devendo ser concebido como um hub europeu e ibérico para transporte de passageiros e transacção de mercadorias privilegiado, principalmente no contacto com o mercados sul-americano e africano;
- Lisboa deve ser um ponto central de confluência entre as redes transnacionais rodoviárias e ferroviárias, recusando energicamente ser apenas um dos braços dessas redes;
- As redes rodoviárias e ferroviárias que tornem Lisboa esse ponto central de confluência devem ser suficientemente atractivas para o utilizador. Por isso, a CML deve bater-se pela eliminação, redução ou diferenciação dos valores cobrados a título de portagem ou bilhete de transporte, promovendo assim o desenvolvimento económico da cidade;
- O Porto de Lisboa, aposta central económica lisboeta e regional, deve saber encontrar o seu papel estratégico em conjugação com os outros portos nacionais de grandes dimensões, evitando concorrências desnecessárias e potenciando a complementariedade da rede portuária nacional.
B) Bater-se por trazer para Lisboa a sede de organizações internacionais e de agências da União Europeia e de outras organizações internacionais, bem como valorizar as já existentes;
C) Continuar a promover a realização de grandes eventos na cidade de Lisboa, que a coloquem na agenda europeia e mundial;
D) Defender a criação da designação de “Marca de Lisboa” para determinados produtos ou serviços característicos e identificadores da cidade, habilitando à concessão de apoios autárquicos à internacionalização dos mesmos;
E) Equacionar a construção em Lisboa da “Biblioteca da Língua Portuguesa” enquanto instituição de referência a nível mundial de recolha, tratamento e divulgação de fundos bibliográficos relativos à língua e história da língua portuguesas, bem como promotora e acolhedora de investigadores nacionais e estrangeiros da língua portuguesa;
F) Promover políticas públicas concertadas com os restantes municípios da área metropolitana de Lisboa, sempre que estejam em causa medidas que devem ser tomadas a esse nível. Dentro desta área:
- Defender a exploração pública das redes rodoviárias da Área Metropolitana de Lisboa, como forma de garantir um total domínio das políticas de redução do acesso automóvel à cidade por parte dos poderes públicos;
- Sustentar a criação de grandes parques de estacionamento gratuitos nos pontos de acesso a transportes colectivos;
- Ponderar a atribuição da gestão das empresas públicas de transportes colectivos públicos à Área Metropolitana de Lisboa. (Continua)
Filipe Batista
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Abrir Lisboa
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sexta-feira, junho 22, 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Quem manda em Lisboa são os Lisboetas!
Porventura confuso com o seu próprio partido, e incoerente com as ingerências da Direcção do seu partido nas decisões do anterior Presidente da Câmara Municipal, esquece-se que quem manda em Lisboa são os Lisboetas, e que são os Lisboetas que vão avaliar os 6 anos de gestão do PPD/PSD a 15 de Julho.
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Abrir Lisboa
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quinta-feira, junho 21, 2007
Labels: Lisboa
Poder Local vs Poder Central
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André Moz Caldas
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quinta-feira, junho 21, 2007
A velha questão da arte urbana
Telmo Correia
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João Gomes
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quinta-feira, junho 21, 2007
Labels: Lisboa
A incoerência do PPD
É interessante conhecer esta causa, pois não se percebe como defende o candidato a manutenção do aeroporto da Portela e, ao mesmo tempo, querer diminuir o ruído na cidade.
Será que o candidato laranja nunca se apercebeu do ruído que existe na cidade devido aos aviões? Basta andar pela cidade e apercebemo-nos disso com excessiva facilidade.
É bem verdade que os muitos anos de ambientação ao ruído dos aviões já habituaram os lisboetas a conviver com este som e nalgumas circunstâncias estremecimentos pouco agradáveis, sobretudo para quem vive/trabalha entre o Campo Pequeno e a Charneca.
Por outro lado, além desta incoerente bandeira, menos ruído com um aeroporto na cidade, há uma causa que motiva esta candidatura do PPD: o combate ao Governo do País.
Que o PPD discorde da política do Governo PS, é legítimo. Agora que na eleição à Câmara de Lisboa, onde se (re)quer propostas para cidade, que se encontra em estado letárgico e com uma autarquia desacreditada, em que por sinal o PPD é o principal responsável por este descalabro, assim como o candidato auto-considerado independente, lamenta-se que um partido com responsabilidades não as assuma.
Será que pedir algo muito simples ao PPD, como coerência e respeito pela cidade, é algo do outro mundo?
Pelos vistos não estão virados para essa atitude!
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CMC
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quinta-feira, junho 21, 2007
O senhor que está em segundo nas sondagens
O que tem Lisboa afinal a ganhar com o Negrão? Parece-me que nada. Quais são as ideias para a cidade que esta candidatura nos apresenta? Muito poucas, por vezes parece-me que nenhumas. Qual é afinal o risco que Lisboa corre em ser governada por um partido que também está no governo? Parece-me que nenhum e os lisboetas estão perfeitamentes cientes disso. Por fim, o que pensa Negrão que irá conseguir com este discurso inóquo? Isto não sei, só mesmo ele nos poderá responder.
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João Gomes
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quinta-feira, junho 21, 2007
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Um novo rumo para Lisboa.
By Sónia Barrocas
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cegonhix
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quinta-feira, junho 21, 2007
Labels: Lisboa
Downhill Camarário.
Tive que lhes explicar que infelizmente é verdade, mas que tudo poderia ter sido evitado.
Quando Carmona Rodrigues, participou na prova rainha do downhill urbano em Alfama no ano passado, e se espalhou ao comprido, pelo menos por duas vezes, facto que os mais saudosos podem comprovar através dos vários vídeos acessíveis no youtube.com, os mais esclarecidos deveriam desde logo ter percebido que aquelas descidas adrenalizantes, patrocinadas pela bebida que dá asas, eram nada mais nada menos, que uma metáfora, da sua governação camarária.
Como se pode ver nos supra mencionados vídeos, Carmona Rodrigues, sempre educado, levantou-se, e mesmo com arranhões, escoriações e alguns hematomas lá levou a sua adiante.
Atitude positiva! - Podem pensar.
Desistir nunca!
Talvez, mas com as quedas que já deu, e esta última com grande aparato e consequências mais graves, uma vez que veio aos trambolhões de Braga até Lisboa, talvez Carmona Rodrigues devesse reconsiderar a oportunidade da sua candidatura à Presidência da CML, uma vez que, na minha opinião pessoal, um político, e este parece que identificado, não pode estar de consciência tranquila, quando quer ser eleito quando é suspeito.
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Abrir Lisboa
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quinta-feira, junho 21, 2007
Labels: Lisboa
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Um debate que permitiu perceber quem tem um rumo e uma equipa para Lisboa
Muitas das propostas apresentadas, em resposta às questões da jornalista, eram mais expostas por reacção do que por um princípio de pró-acção. Se há algo que Lisboa precisa não é de reacção, mas de planeamento e estratégia, de rigor.
Dos sete candidatos, o que mais apresentou um conjunto, pouco pensado, de propostas, quase todas elas avulsas, foi o do PPD. Propostas pouco pensadas e avulsas, porque tanto se lhe dava que se mantivesse o aeroporto da Portela e surgisse outro em Sintra ou em Alcochete (como se este assunto merecesse por parte de um candidato à presidência uma abordagem demasiado ligeira), como a concepção apresentada de uma Baixa Pombalina como Centro Comercial, onde se construiria parques automóveis, no sentido, disse o candidato, de chamar mais pessoas à Baixa.
À questão da jornalista, onde poderia o candidato do PPD construir os parques de estacionamento na Baixa, o candidato falou em construir silos. Porém, neste ponto, nada mais adiantou, porque, em abono da verdade, nada mais poderia dizer, tal o desfasamento da proposta, de mais parques de estacionamento (que atraem mais carros). Aliás, a proposta peca, desde logo, pelo erro de conceber a Baixa da cidade como um Centro Comercial. A Baixa tem uma função e uma condição muito mais abrangente do que a visão da Baixa Centro Comercial. Mesmo quem conhece pouco Lisboa, sabe que na Baixa há muito mais do que lojas. Há serviços, há Poder Central, há espaços Históricos e Culturais, restauração, e todos estes precisam de ser conjugados, pensados num todo em que se complementam, não se amontoam nem são simples somatórios. Ficou bem patente a fragilidade da candidatura do PPD, mais apostada em fazer desta eleição um momento de críticas ao Governo, do que em apresentar propostas para o futuro da cidade.
Quem também se ficou pela postura de criticar o Governo do país em vez de apresentar a sua visão da cidade foi o candidato do PCP. Em quase todas as intervenções, o candidato comunista mais parecia estar num debate de uma eleição legislativa do que autárquica.
Já o candidato do BE foi fiel a si mesmo e empregou o princípio que lhe é característico: contra e nada fazer. Pouco se espera, e pouco apresentou de propostas construtivas, excepto, claro está, as que há muito o seu apoiante, Gonçalo Ribeiro Telles, defende para Lisboa e que o candidato bloquista assume em nome do arquitecto paisagista.
Se do candidato do PPD pouco se viu de congruente, à direita, o outro candidato, do CDS, e o que corre mais riscos de não ser eleito, apresentou algumas propostas mais estruturas e algumas arrojadas, como a defesa da privatização do sector de recolha de resíduos, além de ter destacado uma tecla cara ao seu partido, a da Segurança (pôde-se escrutinar ao candidato do CDS algumas propostas de influência da política de Giulianni em Nova Iorque). No entanto, e para quem deu o exemplo do Governo de direita da capital espanhola, em termos de privatização do sector do lixo, o candidato do CDS devia ter em consideração a boa política do PP (espanhol) em Madrid, em termos de salas de injecção assistida. Foi um Governo, nacional e local, de direita, que assumiu o projecto das salas de injecção assistida em Espanha e com resultados francamente positivos, no combate e prevenção das toxicodependências. É pena que o CDS faça de uma intervenção fundamental, em termos de Saúde e Segurança Públicas, um assunto tabu.
Dos candidatos ditos independentes, duas visões: a do paraíso e a do caos. Um, o ex-alcaide, parece que ainda não percebeu porque há, neste momento, uma eleição intercalar em Lisboa. Foi a sua (des)governação e falta de liderança que conduziram Lisboa à situação em que está. Por outro lado, a leviandade com que fala da dívida da Câmara, superior a mil milhões de euros, e com a qual o antigo Presidente não se mostra muito preocupado, é admirável. Parece que dívidas e dívidas não o preocupam. A outra candidata dita independente, apresenta um conjunto de propostas avulsas. Curioso no seu comportamento, por não ter uma visão estratégica para a cidade, é o procurar disfarçar a sua falta de visão global com a proposta recorrentemente referida: juntamo-nos todos e, em reuniões, logo se vê o que escolhemos. Ora, Lisboa precisa de um projecto de futuro, que esteja traçado, que seja conhecido e possa ser cumprido, para que no final destes dois anos se saiba se foi cumprido ou não.
A estratégia e metas devem estar definidas à priori, e os lisboetas devem conhecer, para poder escolher qual o rumo que querem para a cidade. A candidata dita independente procura ser eleita para depois procurar traçar o seu rumo, mediante o soprar dos ventos. Ou seja, em vez de planeamento tem uma actuação de fazer tudo em cima do joelho. Este tipo de política já é conhecida de Lisboa e deu no resultado que deu nestes últimos anos. Falta de projecto, de estratégia, de rumo. A Câmara paralisou-se e paralisou a cidade.
Quanto ao candidato do PS, este teve tempo de apresentar um conjunto de propostas e medidas concretas, devidamente pensadas e estruturadas, e que quer implementar, tendo em conta o rumo que já apresentou aos lisboetas. Uma acção a curto, médio e longo prazo.
Penso que o momento chave do debate de duas horas, e que permitiu perceber quem tem um projecto e uma equipa para governar, foi a questão do urbanismo. A jornalista perguntou a vários candidatos quem iria tutelar a área e António Costa deixou claro que, além das propostas para a área que apresentou com total clareza, tem uma equipa, e, na área do urbanismo o responsável, caso o PS venha a merecer a confiança dos lisboetas, será Manuel Salgado. Não caindo na posição de alguns candidatos que parece tudo querer avocar a si, como se o Presidente da Câmara fosse o único capaz de inverter o declínio actual, sem precisar de mais ninguém. Pela lógica de alguns candidatos, eles ficariam com todos os pelouros, pois o descalabro nas mais diversas áreas é notório. Ora, um Presidente de Câmara nem pode avocar tudo a si, como precisa de um governo, com pessoas experientes e qualificadas. Lisboa precisa de um rumo e um conjunto de pessoas.
Neste sentido, o debate de ontem foi exemplar quanto ao que não se quer do futuro Executivo municipal, um espaço de puro entrave à execução de um programa.
À Câmara exige-se execução, à Assembleia fiscalização. Se elegermos uma Câmara para esta ser fiscalizadora se si própria, continuaremos a ter uma cidade parada.
O PS tem demonstrado que é a única candidatura com um projecto para a cidade e uma equipa para governar. Não é por acaso que o PS é o único que apresentou o programa e a equipa de governação, mais nenhuma candidatura o fez. E já estamos a poucos dias das eleições. É um sinal e distinção bem evidentes, da candidatura do PS em relação às demais.
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CMC
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quarta-feira, junho 20, 2007
Acreditar em António Costa.
Entre a panóplia de candidatos, é por demais evidente que só com António Costa a Câmara Municipal de Lisboa poderá retomar a obra iniciada pela Coligação "por lisboa" liderada pelo Partido Socialista e interrompida pela coligação PSD/CDS-PP, quando tomou a liderança da Câmara invertendo o rumo de inovação e progresso e desbaratando elevados recursos sem benefícios visíveis para os munícipes de Lisboa.
Acredito convictamente em António Costa, na sua capacidade de liderança, na sua visão estratégica, no seu dinamismo e na sua competência para acabar com o marasmo em que a Câmara Municipal de Lisboa mergulhou e inverter a deplorável situação financeira deixada pela coligação PSD/CDS-PP.
Acredito convictamente que só com António Costa poderemos almejar o desiderato de retomar o rumo traçado pela coligação liderada pelos socialistas na década de 90, relançando a oportunidade de tornar Lisboa na "Capital Atlântica da Europa".
Por tudo isto, no próximo dia 15 de Julho, irei dar um voto de confiança a António Costa para que ele possa ter a maioria necessária para levar Lisboa em frente de uma forma sustentável e solidária.
Marta Oliveira Ascensão
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quarta-feira, junho 20, 2007
terça-feira, 19 de junho de 2007
«OBJECTO NÃO IDENTIFICADO NA POLÍTICA»
Resta saber se o mesmo já identificou algum membro da sua lista ou se estes são igualmente objectos estranhos ao seu conhecimento.
Miguel Teixeira
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terça-feira, junho 19, 2007
ANTÓNIO COSTA - A PAIXÃO POR LISBOA
A sua candidatura impunha-se perante o estado de degradação e de caos financeiro, em que a cidade se encontra, após a gestão do PSD.
Devo dizer que a candidatura de António Costa é um motivo de esperança no futuro de Lisboa e que a forma como a anunciou, a Lista que apresentou e os objectivos que apontou me parecem extremamente correctos.
A principal razão porque vale a pena apoiar António Costa é porque ele tem uma verdadeira paixão por Lisboa e tem competência e equipa para resolver os graves problemas com que Lisboa se confronta.
António Costa não se interessou agora pela situação de Lisboa. Foi membro da Assembleia Municipal de Lisboa entre 1982 e 1993.
Conheço-o desde que aderiu à Juventude Socialista, tive oportunidade de integrar o Secretariado da FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa) de que foi Secretário Coordenador e sei a preocupação que nos animava sobre o futuro de Lisboa e da Área Metropolitana de Lisboa. O trabalho político extremamente inovador que foi desenvolvido nessa época ficou bem patente numa publicação “Viver Com Qualidade” e, esteve na origem de várias políticas públicas que viriam a ser promovidas pelo PS, das acessibilidades, à integração dos imigrantes passando pela habitação e o ambiente.
António Costa regressou agora para valer a Lisboa, depois de uma brilhante carreira política, em que as suas qualidades de inteligência e de determinação foram sempre evidentes.
Gostaria de sublinhar desde já alguns sinais fortes que considero importantes. Desde logo a Lista que apresentou, que teve em conta as críticas que a actuação das diferentes forças políticas a nível da Câmara tem merecido por parte dos cidadãos de Lisboa e procurou dar-lhes resposta. A Lista é constituída por militantes do PS e por independentes, escolhidos por critérios de competência profissional e/ou política, sem obediência a qualquer lógica de clientelismo partidário. É uma lista que dá sinais de unidade interna a nível do PS e que se abre à esquerda e à direita do tradicional eleitorado do PS, procurando dirigir-se a cidadãos dispostos a contribuir para assegurar uma boa governação de Lisboa.
A abrangência da Comissão de Honra representa a continuidade dessa opção, mas é também significativa da ampla resposta positiva que está a merecer esta candidatura. Para quem sempre defendeu a participação política feminina e uma maior igualdade de género é de aplaudir a preocupação que teve em constituir uma lista paritária, com base no mérito.
A candidatura de António Costa tem a virtualidade de ter um apoio mais alargado do que o dos militantes e eleitores do PS e este capital não deve ser ignorado na estratégia da campanha.
Uma forma de tornar visível esse apoio alargado e diferenciado poderia ser a constituição de uma rede de blogues que fossem manifestando o apoio à sua candidatura, para além desta iniciativa interessante.
A Assembleia Municipal tem uma maioria de direita e a eleição para a Câmara tem natureza intercalar.
Tudo isto exige liderança, rigor e estabilidade, o que torna necessária uma maioria absoluta, para que o futuro de Lisboa não fique preso de incertos jogos de poder.
O candidato da CDU, Ruben de Carvalho, anunciou já que: «Afasto a hipótese de coligações pós- eleitorais com o PS» (Expresso, 9 de Junho de 2007).
Desta afirmação o eleitor retira duas conclusões: há que votar em António Costa, votar CDU nestas eleições é totalmente inútil, porque não serve para governar bem Lisboa.
António Costa é o candidato que representa o ímpeto reformador e mobilizador que animou as coligações de esquerda em Lisboa, com Jorge Sampaio e João Soares.
Face à incerteza de que se reveste a possibilidade de celebração de acordos pós-eleitorais, para Unir Lisboa, vale a pena apoiar António Costa que tem competência e equipa para governar bem Lisboa.
José Leitão
Texto publicado a 10 de Junho no Blog "Inclusão e Cidadania"
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terça-feira, junho 19, 2007
Labels: Lisboa
O candidato socialista é quem tem "melhores condições para governar Lisboa".
A ex-vereadora do CDS-PP na Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, afirmou hoje que poderá votar em António Costa a 15 de Julho, considerando que o candidato socialista é quem tem "melhores condições para governar Lisboa".
(...) não decidiu o seu voto nas eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa mas, questionada se poderá escolher o candidato do PS, a antiga vereadora respondeu afirmativamente."Poderia, mas neste momento não posso dizer que vou votar em António Costa", afirmou, embora salientando que "ele e a sua equipa reúnem as melhores condições para governar Lisboa".
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terça-feira, junho 19, 2007
Debate na SIC Notícias
Atenção, hoje às 22:00, o candidato António Costa estará num debate na SIC Notícias. Não perder!
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terça-feira, junho 19, 2007
Labels: Agenda
Lisboa precisa de um Líder.
Os lisboetas sentem-se sem rumo, sem vislumbrar um futuro para a capital, fartos da demagogia que os representantes do ppd/psd encheram as ruas da cidade, medidas essas que nunca cumpriram, que não passaram de anúncios!
Os lisboetas estão fartos de gente que encheu a Câmara Municipal de LISBOA DE JOVENS IGNORANTES, INCOMPETENTES E ARROGANTES cujo único currículo era o de terem pertencido á JSD.
Os lisboetas estão fartos daquelas assessoras chamadas por muito de santanetas e que depois foram adoptadas pelo Prof. Carmona, que ás louras juntou morenas.
Os lisboetas estão fartos de festas e de desgoverno, de despesismo e de falta de visão de futuro.
Os lisboetas estão desejosos de no horizonte verem recrescer uma cidade que já foi porto de partida para grandes acontecimentos e porto de chegada para muitos acontecimentos.
Foi em Lisboa que nasceram todas as revoluções que afastaram os inúteis do poder.
É agora em Lisboa que com António Costa os lisboetas esperam que os horizontes se rasguem de novo; é agora que os lisboetas esperam que a luz volte a reflectir em Lisboa como escrevia Cardoso Pires no seu último livro, o de Bordo.
É com António Costa que os Lisboetas desejam voltar a ter esperança de que Lisboa volte a ser o exemplo para todas as outras cidades deste nosso país.
É com António Costa que os lisboetas esperam ver-se unidos á volta de um projecto comum -arrumar a casa com os seus verdadeiros trabalhadores, com a competência destes e restituir a esta Lisboa o seu brilho, a sua mágica e um futuro cada vez mais tolerante, mais solidário, mais educativo, mais social e mais cultural.
Maria do Rosário Santos
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terça-feira, junho 19, 2007
Labels: Lisboa
segunda-feira, 18 de junho de 2007
O espaço público da Cidade.
Infelizmente no nosso dia-a-dia reparamos que Lisboa está mais suja e desmazelada.A lavagem das ruas deixou de se notar e o lixo abunda pelos passeios e sarjetas.
António Costa, nos primeiros tempos do seu mandato, pretende avaliar e melhorar o espaço público da Cidade, contemplando a recolha de lixo que "deve ser compatível com os usos e os seus horários e seguir as melhores práticas de recolha selectiva".
Neste âmbito, todos já reparámos que o espaço público junto dos ecopontos tem se transformado, ao longo dos últimos anos, autênticas lixeiras, tornando os passeios imundos e espalhando maus cheiros pelas ruas.
A recolha selectiva não está em causa, mas os meios de recolha dever ser repensados por forma a não permitir continuar no estado a que chegamos.
Para além de que, a falta de civismo deverá ser fiscalizada e os regulamentos municipais cumpridos, de uma vez por todas.
É destas pequenas coisas que vive a requalificação do espaço público e a urbanidade na partilha da Cidade, que é de todos.
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cegonhix
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segunda-feira, junho 18, 2007
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Dois anos decisivos para Lisboa.
Lisboa tem dois anos para recuperar das imensas inquietações que teve nos últimos 6 anos.
De pouco serve criticar, relembrar, apontar e debater o que de mal aconteceu nesta cidade. Culpa de quem, com a conivência de quem, a oposição de quem… pouco importa! A realidade é só uma: a CML está mergulhada num enorme pântano político e financeiro que importa agora a tirar e dragar o terreno para que possa novamente assentar em solo firme e dar a resposta que a cidade merece.
Esta deve ser a linha de pensamento que todo e cada Lisboeta deve ter quando descarregar na urna o seu voto.
E qual dos 12 candidato tem, ou dá mostras reais de ter, condições de salvar a CML, drenar o pântano e construir uma plataforma sólida e segura para uma cidade que se pretende moderna e competitiva?
Parece-me claro que dos candidatos em questão, um se destaca claramente. Não apenas pela capacidade já demonstrada, rigor, seriedade e objectividade, mas também pelo curriculum que fala por si e que lhe confere, de entre todos os candidatos, o título de mais capaz e melhor preparado para colocar de novo Lisboa na linha!
Se não vejamos, foi:
- Vereador na Câmara Municipal de Loures - 1993/1995
- Membro do Secretariado Nacional do PS desde 1994
- Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional - 1995/1997
- Ministro dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional – 1997-1999
- Responsável no Governo pela EXPO 98 - desde Novembro de 1997
- Ministro da Justiça do XIV Governo Constitucional
- Presidente do Grupo Parlamentar do PS na IX Legislatura, entre Abril de 2002 e Março de 2004
- Deputado ao Parlamento Europeu - Junho 2004 a Março de 2005
- Ministro de Estado e da Administração Interna do XVII Governo Constitucional - Março 2005 a Maio 2007
Parecem-me argumentos mais do que suficientes para afirmar com segurança que António Costa é o único candidato com capacidade para devolver a credibilidade que a CML exige e merece.
Filipe Batista
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segunda-feira, junho 18, 2007
Labels: Lisboa
domingo, 17 de junho de 2007
As potencialidades de Lisboa
Porém, e tendo em consideração o estado em que a cidade se encontra, se com as presentes condições Lisboa ocupa o 47º lugar, com as potencialidades e condições que tem, seguramente que a capital do país poderia estar nos primeiros 20 lugares das cidades do mundo com mais qualidade de vida.
Para isso Lisboa precisa de uma Câmara que esteja ao serviço da cidade e das pessoas, não de uma autarquia que esteja debruçada sobre si, como esteve nestes últimos anos.
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CMC
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domingo, junho 17, 2007
Lisboa deve ser pensada… eu diria mais repensada!
…É necessário intervir em Lisboa de forma dinâmica de forma a reabilitar os espaços que a compõem.
A ver:
- Dinâmicas urbanas:
- O espaço urbano está bastante degradado, em especial nas zonas mais antigas da cidade.
Entendo que um executivo deve encarar este problema e (re)pensar projectos urbanísticos que
Promovam a requalificação dos edifícios da cidade.
- Requalificação/recuperação dos espaços com vista à criação de pólos de atracção turística.
- Envolvimento dos agentes culturais em novos projectos de dinamização social.
- Criar condições para que se criem/incentivem novos investimentos na cidade.
Estamos no século XXI e, este simples facto deve-nos levar a uma reflexão no nosso modo de pensar.
O título, pretendi que na sua aparente inocência fosse bastante mais profundo…
Por vezes não chega identificar as variáveis do problema e depois aplicá-los numa simples equação determinista, pois existem sempre um conjunto de variáveis, que são necessariamente identificáveis ou simplesmente ignoradas e que podem fazer a diferença… É o tal bater de asas da borboleta!
De facto lidamos com um problema que não pode ser visto ou analisado numa perspectiva determinista… A aparente facilidade torna-se muitas das vezes, numa incapacidade!
…As variáveis identificadas obrigam a um conjunto de recursos que muitas das vezes são incomportáveis no ponto de vista prático!
Assim sendo, encaro Lisboa numa perspectiva não linear, não determinista!...
Entendo que Lisboa tem uma solução, mas esta deve ser encarada não na perspectiva da identificação das variáveis, que no meu ponto de vista é um trabalho ingrato, mas na identificação do problema e na aposta da sua resolução optando pela acção no plano da criação ou redinamização de dinâmicas. Tanto no plano das dinâmicas sociais, como no plano9 de parcerias que se possam desenvolver, como até no plano das apetências.
Estou claro a caminhar na senda de uma teoria do caos… Muito subdesenvolvida ainda, mas que me parece o melhor caminho, quando as teorias deterministas estão a mostrar as suas limitações, tanto no plano teórico, como sobretudo na sua execução prática!
Vamos Pensar Seriamente Lisboa!
Ulisses Neves Pinto
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domingo, junho 17, 2007
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António Costa no DN: «Mais grave que a crise financeira da câmara é a crise de credibilidade destes seis anos de gestão municipal.»
Não perca a entrevista concedida por António Costa ao Diário de Notícias, publicada hoje:
«(...)Primeiro, vamos fazer o "Simplis", que é um "simplex" para a cidade de Lisboa. Em segundo, aproveitar o quadro legislativo aprovado esta semana pelo Governo em matéria de ordenamento do território e de licenciamento, que ajudam à simplificação. Em terceiro, introduzir mecanismos de prevenção da corrupção, quer com códigos de conduta muito exigentes, quer com uma comissão de prevenção da corrupção que tenha independência funcional relativa à maioria da câmara. E que identifique as áreas mais críticas da câmara e adopte códigos de boas práticas.(...)»
Clique AQUI para ler a entrevista na versão on-line do Diário de Notícias.
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domingo, junho 17, 2007
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sábado, 16 de junho de 2007
Devolver Lisboa aos Lisboetas!
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai a votos no próximo dia 15 de Julho, em virtude, uma vez mais, da incapacidade de governação do Partido Social Democrata (PSD), que feriu de morte a imagem e o crédito conquistados à época da nossa governação municipal.Nos mandatos socialistas dos camaradas Jorge Sampaio e João Soares, a CML e Lisboa projectaram capacidade e crescimento, assentes numa política de intervenção social, justa e solidária. Promovemos durante este período uma urbe solidária e atacámos os problemas corajosamente, com sentido de governação. Muito ficou por fazer é certo, mas muito mais agora há a reconstruir, a limpar e a regenerar.
As feridas deixadas pelos executivos de Direita na Autarquia levarão muito tempo a sarar!
Como todos se recordam, no ano de 2005 Portugal estava ingovernável e incapaz de responder aos portugueses, perdeu-se a credibilidade europeia e internacional, perdeu-se a confiança da população e o PS foi chamado para reconduzir com seriedade e credibilidade os destinos da nação. Hoje, em 2007, volvidos dois anos apenas, a cidade de Lisboa reclama de igual forma pelo PS e por uma gestão séria e condizente com as necessidades e pergaminhos da maior autarquia portuguesa.
Duas palavras definem o nosso Candidato, Qualidade e Competência, e duas palavras definem os nossos objectivos, União e Rigor.
Mas não nos enganemos, estas eleições irão decorrer num período e contexto extremamente difíceis. Pela primeira vez realizam-se eleições intercalares para a CML, acresce o facto de surgirem pela primeira vez candidaturas independentes, que gozam de uma imagem enganosa de pureza ética, nas palavras do nosso Candidato, que pode influenciar negativamente o eleitorado Lisboeta, descrente, desiludido e principalmente de férias ou a caminho/retorno de férias no dia 15 de Julho.
Concorrem a este acto eleitoral doze candidaturas, algo que se deve sempre saudar, mas também algo que pode proporcionar uma dispersão de votos e uma fragmentação da representação no executivo, nociva aos interesses da nossa Cidade, que precisa de uma governação socialista necessariamente maioritária.
Do projecto protagonizado pelo PS e pelo nosso candidato António Costa, espera-se um projecto capaz de devolver Lisboa aos lisboetas, tornando-a atractiva e competitiva, saudável e solidária, pensada em função dos residentes e apta a reconquistar os filhos de Lisboa, uma cidade capaz de assumir o seu papel de capital.
Com o contributo de todos vamos salvar a nossa cidade e colocar a primeira pedra de um novo futuro para a nossa Cidade.
Miguel Teixeira
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sábado, junho 16, 2007
Dramatizar ou clarificar?
Nos últimos dias tem-se ouvido/lido com frequência que António Costa está a dramatizar a campanha eleitoral, quando pede aos lisboetas uma maioria para governar a capital.
O candidato socialista já apresentou aos lisboetas as suas medidas, com propostas a curto, médio e longo prazo, demonstrando a aposta do PS em inverter o estado de declínio da cidade.
Ora, ficando as propostas de longo prazo para uma governação de seis anos, mas que são indispensáveis conhecer agora, para que se saiba qual o rumo que se quer para a cidade, há medidas, de implementação urgentes e algumas fundamentais, como o pagamento das pequenas dívidas, que o candidato já assumiu como prioritárias para estes dois anos, que só têm exequibilidade se encontrar um suporte maioritário no Executivo, de modo a que possa cumprir o proposto aos lisboetas.
Dir-se-á, também há que conceber a presença da Assembleia Municipal, de maioria PPD, nesta conjugação de aprovações. É óbvio. Mas, mesmo com a composição maioritária do PPD na AM, um quadro político passa por contar uma maioria forte e estável no Executivo face a uma maioria da Assembleia Municipal, o que, de certo modo, equilibra as forças de ambos os órgãos; outra é um Governo municipal totalmente espartilhado com uma maioria da Assembleia, o que dá força e preponderância de um órgão (a AM) sobre o outro.
Se Lisboa contar com uma Câmara totalmente dividida, em que vários vereadores procurarão, com o seu lugar, inviabilizar qualquer projecto de fundo, pois estarão mais interessados em reivindicar o seu cargo e fazer valer a sua posição, torna-se muito pouco provável, para o futuro Presidente da Câmara, cumprir o programa assumido com os munícipes, na medida em que não reunirá condições para viabilizar os seus compromissos.
O candidato do PS não está, portanto, a dramatizar, mas a clarificar a situação.
Lisboa precisa de governabilidade.
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CMC
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sábado, junho 16, 2007
Com criatividade é possível brilhar!
A Câmara Municipal de Abrantes e o seu Presidente, o socialista Nelson de Carvalho mostraram hoje ao país que com criatividade e novas ideias, é possível tornar um Cidade competitiva e dinâmica, requalificando o espaço público de forma inovadora. Também isto é possível em Lisboa? Claro! Inclusivé, não falta matéria-prima!
Do Público on-line:
«O maior açude insuflável do país foi hoje inaugurado pelo primeiro-ministro em Abrantes. José Sócrates justificou a visita com a obrigação de "felicitar Abrantes" por esta obra que classificou de "magnífica" e que constitui um "ovo de Colombo" para o concelho, já que permitiu reforçar a ligação da cidade com o rio sem causar prejuízos ambientais.
"Abrantes está a apostar numa qualificação dos seus padrões ambientais" e o açude vem "mudar o modelo de desenvolvimento" do concelho, afirmou.
"Abrantes tem com o rio um grande potencial natural" que só agora poderá ser aproveitado através da regulação do seu leito, permitindo um amplo espelho de água.
Por seu turno, o presidente da Câmara de Abrantes, Nelson Carvalho, recordou que este açude tem a grande vantagem de "permitir um uso maior da zona ribeirinha", com a criação de equipamentos de lazer.»
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sábado, junho 16, 2007
Labels: Espaço Público
Não podemos brincar aos candidatos.
Sou militante socialista, moradora em Campo de Ourique.
O barril do crude está em ± 70 dólares.
O Banco Europeu sobe de novo as taxas de juro.
São tempos difíceis, estes. Todos o sabemos e sentimos.
Mas devemos recusar deixar de ter aspirações.
A minha aspiração para Campo de Ourique é a de que aqui exista um pólo cultural onde se possa assistir a uma peça de teatro, a um concerto, a uma conferência, etc.
Afinal a cultura é também uma forma de alimento. Alimento da alma, do espírito. E porque não ao pé da porta? Poupar-se-ia em transportes, em gasolina, em parqueamento escasso e caro, o que por si só, não é de somenos importância em tempos de graves problemas de poluição.
Ter aspirações. Dar corpo a essas aspirações, é apoiar, votar num candidato íntegro, com capacidade e provas dadas no desempenho de diversos cargos.
Esse candidato só pode ser António Costa.
São tempos difíceis, estes.
Não podemos brincar aos candidatos. Não podemos deixar que decidam por nós. Há que agir. E qual a acção?
Votar, pois então.
Votar em António Costa.
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Abrir Lisboa
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sábado, junho 16, 2007
Labels: Cidadania
Um Dia Por Lisboa - Fazer ou Não Fazer
Ora, aqui está um verdadeiro exemplo do que é a expressão da cidadania e intervenção cívica dos cidadãos!
Recebemos o seguinte email, a divulgar uma reunião dia 19 de Junho no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, na qual pretendem abertamente pensar a Cidade, desvinculados de qualquer candidatura:
“Ninguém poderá conhecer uma cidade se não a souber interrogar,
interrogando-se a si mesmo”
José Cardoso Pires
Envolta numa ‘crise de destino’, a nossa Lisboa encontra-se num momento de encruzilhada. Todos sentimos como tem sido crescente a distância entre os espaços da política e os espaços da cidade – e os espaços da cidadania. Todos sentimos, também, que estes deveriam andar bem mais próximos.
Na próxima Terça-Feira, dia 19 de Junho, no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, ao Chiado, decorrerá uma sessão contínua (das seis da tarde à meia-noite) de expressão da cidadania. Convidámos vários cidadãos, entre eles alguns peritos, para virem falar sobre o que SE DEVE FAZER, e o que acham que absolutamente NÃO SE DEVE FAZER em Lisboa.
Cada convidado terá um máximo de dez minutos para fazer a sua declaração. Entre cada bloco de quatro ou cinco declarações será feito um ponto de situação/resumo das intervenções, por elementos do grupo coordenador. As intervenções estarão balizadas por cinco grandes temas:
Respirar (Ambiente e Paisagem), Relacionar (Vida Urbana e Quotidiano), Mover (Mobilidade e Estacionamento), Projectar (Urbanismo, Construção e Reabilitação) e Governar (Administração, Transparência e Participação).
Em simultâneo, convidamos todos os cidadãos residentes e utentes de Lisboa para virem também dizer o que FAZER E NÃO FAZER nos “speakers-corner”, cabines com sistema de gravação, que serão instalados no S. Luiz. Os depoimentos de especialistas e de cidadãos serão posteriormente tratados, sistematizados e divulgados. Poderão também ser vistos na PF tv (http://pftv.sapo.pt).
Do grupo que promove e coordena a iniciativa fazem parte nomes como: António Câmara, Elisa Vilares, Isabel Peres Gomes, João Seixas, Jorge Barreto Xavier, José António Pinto Ribeiro, José Calisto, Lia Vasconcelos, Leonor Cintra Gomes, Luísa Schmidt, Nuno Artur Silva, Pedro Almeida Vieira, Pedro Matos e Rui Tavares.
Este grupo de cidadãos de Lisboa, não vinculado a qualquer das actuais candidaturas, pretende provocar discussões abertas, desmistificadoras e – sobretudo – motivadoras, em torno da nossa condição de cidadãos de uma cidade tão fascinante, intrigante, desejada e mal tratada. Assim, promove a sua primeira iniciativa – colectiva – em plena maré do período eleitoral, ciente de que compete a todo o cidadão, o direito e a responsabilidade de pensar e de actuar sobre a sua cidade. Sendo direito e responsabilidade permanentes, outras iniciativas se seguirão, no futuro.
Em breve divulgaremos a lista dos intervenientes.
Quaisquer informações podem ser esclarecidas pelo telefone 213864554.
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cegonhix
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sábado, junho 16, 2007
Labels: Cidadania
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Recuperar Lisboa
Lisboa encontra-se numa situação delicada, fruto de seis anos de desgoverno da cidade. O desleixo a que a capital do País chegou não tem paralelo, depois de uma década de 90 que permitiu alicerçar e projectar a cidade no país e no mundo.
Perdeu-se o fio condutor da cidade aberta, limpa, segura e cosmopolita que se queria no século XXI. Hoje contamos com uma Lisboa degradada e à deriva.
Nestes últimos anos, Lisboa deixou de ser assumida como a prioridade para a Câmara Municipal, que em vez de servir o concelho e as pessoas, fechou-se sobre si.
É preciso mudar esta situação. É preciso devolver a dimensão, a qualidade e a grandiosidade de Lisboa.
A situação é preocupante, mas isso não nos deve conduzir a fatalismos. É preciso assumir o que nestes anos não foi assumido: Responsabilidade.
É preciso Abrir Lisboa ao novo século, aos novos objectivos, às novas metas, às novas exigências que a Cidadania impõe e o cidadão ambiciona.
É preciso Rigor, Dinâmica e Inovação na gestão da autarquia.
É tempo de nos unirmos em torno de uma única causa, uma causa que tem andado perdida pela Câmara Municipal: Lisboa.
António Costa reúne um conjunto de qualidades políticas indiscutíveis e lidera uma equipa, com pessoas de reconhecidas qualidades, e tem um programa com visão para Lisboa.
É a cidade, as suas gentes, o seu futuro que nos fazem mover. É tempo de UNIR LISBOA!
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CMC
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sexta-feira, junho 15, 2007
Abrir Lisboa... Lisboa a Abrir!!!!
Daqui a um mês, a 15 de Julho, os Lisboetas vão escolher o próximo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Conscientes de que a Cidade já perdeu demasiado tempo - 6 anos - um grupo de cidadãos socialistas decidiu também intervir, através da abertura deste Blog «Abrir Lisboa... Lisboa a abrir!», para debater a Cidade e apoiar a Candidatura Unir Lisboa.
Apoiamos a candidatura de António Costa, e do Partido Socialista, à Câmara Municipal de Lisboa, contribuindo assim para que daqui a um mês se constitua uma equipa para governar a Cidade, suportada numa maioria que dê estabilidade para se recuperar o tempo perdido.
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cegonhix
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sexta-feira, junho 15, 2007
Labels: Lisboa
«Precisamos de condições de governabilidade nos próximos dois anos.» António Costa
A um mês das eleições intercalares, as sondagens desenham a maioria que vai governar Lisboa. Ainda assim, é imperativo que os Lisboetas tornem essa maioria clara e inequívoca.
Texto do Diário Digital/Lusa:
O candidato socialista à Câmara de Lisboa (CML), António Costa, seria o sucessor de Carmona Rodrigues se as eleições se realizassem hoje, mas sem maioria absoluta, indica uma sondagem divulgada pelo Público, TVI e Rádio Clube esta sexta-feira.
O estudo, da responsabilidade da Intercampus, realizado a um mês das eleições de 15 de Julho, mostra que o candidato do PSD, Fernando Negrão, ficaria em segundo lugar, com 19,5% das intenções de voto, contra os 31,1% do ex-ministro da Administração Interna.
Carmona Rodrigues, que se candidata como independente, aparece em terceiro lugar, com 13,7%, enquanto José Sá Fernandes, independente pelo Bloco de Esquerda (BE), é o quarto melhor colocado, com 9,6%.
A independente Helena Roseta, ex-PS, está em quinto lugar, com 9,1%, a par do candidato do PCP/CDU, Ruben de Carvalho. Telmo Correia, o candidato escolhido pelo CDS/PP, recolhe apenas 2,5% das intenções de voto, ligeiramente acima de Garcia Pereira (PCTP/MRPP), que tem 2,4%.
Quanto aos restantes candidatos, Gonçalo da Câmara (PPM) tem 1,9% e Manuel Monteiro (PND) 0,3%, o mesmo resultado de José Pinto Coelho (PNR) e Quartin Graça (MPT).
Das 804 pessoas ouvidas no estudo, realizado entre 8 e 13 de Junho, 15,8% disse não ter ainda decidido o seu sentido de voto.
Na análise de votos por partidos feita pelo Público, António Costa consegue 62,8% do eleitorado socialista, Fernando Negrão obtém 52,5% dos votos do PSD e vai tirar 9,5% ao CDS, enquanto o independente Carmona Rodrigues vai buscar votos ao PSD (22,1%), ao CDS (19%) e PS (5,8%).
Helena Roseta vai buscar a maior parte dos seus votos ao Bloco de Esquerda (14,5%), ao PS (8,4%) ao PCP/CDU (6,8%) e PSD (5%).
Sá Fernandes tem a fidelidade de 62,3% do eleitorado do BE, Ruben de Carvalho garante os votos de 62,2% do PCP/CDU e Telmo Correia segura 52,4% dos que se afirmam eleitores do CDS/PP.
A sondagem, da Intercampus para Público, TVI e Rádio Clube, tem uma margem de erro de 3,45% para um intervalo de confiança de 95%.
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cegonhix
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sexta-feira, junho 15, 2007
Labels: Sondagens



