Lisboa precisa de uma gestão inclusiva.
Há uns poucos anos que moro na Zona Oriental de Lisboa, o que me faz ansiar ainda mais pela eleição de António Costa como Presidente da C. M. Lisboa. Durante os 6 anos de governo municipal Santana-Carmona nada se fez (em lado nenhum, eu sei, mas especialmente) na Zona Oriental de Lisboa. Durante os últimos 6 anos tudo parou, o esquecimento, mesmo desconhecimento, desta enorme parte da cidade foi total.
Durante os anos anteriores aos últimos 6, durante o governo municipal Sampaio-Soares, a Av. Gago Coutinho deixou de ser uma fronteira intransponível, tendo sido construídas vias de acesso estruturantes que permitiram incluir a Zona Oriental na cidade. Foram edificadas infra-estruturas, parques, cuidado o espaço público… Já nos últimos 6 anos a gestão municipal da Direita apenas se lembrou da Zona Oriental como um grande espaço desconhecido, que pensam semi-vazio, que se podia vender “por atacado” para processos de urbanização imprevisíveis como forma de resolver os problemas financeiros da CML. Além disso, lembraram-se de instalar um casino no Parque das Nações – que será porventura a única parte da Zona Oriental da cidade que conhecem – mais uma vez como forma de financiar uma CML com “fileiras” de avençados cada vez mais engrossadas.
Lisboa precisa de voltar a ter uma gestão inclusiva, que a una. Uma liderança forte, que a possa restituir à normalidade e ponha uma pedra em cima do desgoverno dos últimos 6 anos. Precisa de uma vitória clara de António Costa e não de uma pulverização do executivo camarário por uma panóplia sem fim de vereadores de todas as cores ou desbotados, os recém-independentes. António Costa precisa dessa vitória clara, e da maioria clara que daí advirá, para a CML ter a governabilidade mínima necessária para voltar a “entrar nos eixos”. Nós precisamos de dar essa maioria clara para no futuro não se repetir esta situação turva e pouco digna de colapso de uma CML cada vez mais irresponsável e irresponsabilizável.
Filipe Costa
Durante os anos anteriores aos últimos 6, durante o governo municipal Sampaio-Soares, a Av. Gago Coutinho deixou de ser uma fronteira intransponível, tendo sido construídas vias de acesso estruturantes que permitiram incluir a Zona Oriental na cidade. Foram edificadas infra-estruturas, parques, cuidado o espaço público… Já nos últimos 6 anos a gestão municipal da Direita apenas se lembrou da Zona Oriental como um grande espaço desconhecido, que pensam semi-vazio, que se podia vender “por atacado” para processos de urbanização imprevisíveis como forma de resolver os problemas financeiros da CML. Além disso, lembraram-se de instalar um casino no Parque das Nações – que será porventura a única parte da Zona Oriental da cidade que conhecem – mais uma vez como forma de financiar uma CML com “fileiras” de avençados cada vez mais engrossadas.
Lisboa precisa de voltar a ter uma gestão inclusiva, que a una. Uma liderança forte, que a possa restituir à normalidade e ponha uma pedra em cima do desgoverno dos últimos 6 anos. Precisa de uma vitória clara de António Costa e não de uma pulverização do executivo camarário por uma panóplia sem fim de vereadores de todas as cores ou desbotados, os recém-independentes. António Costa precisa dessa vitória clara, e da maioria clara que daí advirá, para a CML ter a governabilidade mínima necessária para voltar a “entrar nos eixos”. Nós precisamos de dar essa maioria clara para no futuro não se repetir esta situação turva e pouco digna de colapso de uma CML cada vez mais irresponsável e irresponsabilizável.
Filipe Costa
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