
Uma maioria clara para claramente melhorar Lisboa
À falta de propostas, pretendem-se criar factos políticos.
Basta recordar o que se passou há dois anos, precisamente nesta altura do ano, e lembrar quem andava, conforme se noticiou, em negociatas para a autarquia, o então candidato do PPD, hoje auto-considerado independente e candidato à Presidência da Câmara de Lisboa, e o PND.
Hoje, quem andou a negociar há dois anos, ou pelo menos chegou a ser sondado para viabilizar uma coligação para a autarquia, diz que é o PS que anda a negociar com um dos principais responsáveis do lamentável estado da Câmara e da Cidade. Como se fizesse algum sentido!
Este é um bom exemplo do porquê da Câmara precisar de uma maioria clara que, de modo claro, cumpra o seu programa e dê respostas à cidade, não à politiquice de uns que, sem propostas nem ideias para Lisboa, apenas gostam de se promover, só para receber o holofote público, e pretendem, com a sua eleição, engatilhar o próximo Executivo municipal, contribuindo, de modo decisivo, para perpetuar, por mais dois anos, o estado de desleixo de Lisboa e a incúria da Câmara.
A maioria absoluta não é um fim, é um meio para arrancar, de vez, Lisboa da indolência camarária que deteriora a cidade.
sábado, 7 de julho de 2007
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