Dois anos decisivos para Lisboa.
Os próximos dois anos serão os mais importantes para Lisboa dos últimos 30 anos, e tudo se decidirá num gesto simples e simbólico de depositar numa urna a opção da nossa escolha.
Lisboa tem dois anos para recuperar das imensas inquietações que teve nos últimos 6 anos.
De pouco serve criticar, relembrar, apontar e debater o que de mal aconteceu nesta cidade. Culpa de quem, com a conivência de quem, a oposição de quem… pouco importa! A realidade é só uma: a CML está mergulhada num enorme pântano político e financeiro que importa agora a tirar e dragar o terreno para que possa novamente assentar em solo firme e dar a resposta que a cidade merece.
Esta deve ser a linha de pensamento que todo e cada Lisboeta deve ter quando descarregar na urna o seu voto.
E qual dos 12 candidato tem, ou dá mostras reais de ter, condições de salvar a CML, drenar o pântano e construir uma plataforma sólida e segura para uma cidade que se pretende moderna e competitiva?
Parece-me claro que dos candidatos em questão, um se destaca claramente. Não apenas pela capacidade já demonstrada, rigor, seriedade e objectividade, mas também pelo curriculum que fala por si e que lhe confere, de entre todos os candidatos, o título de mais capaz e melhor preparado para colocar de novo Lisboa na linha!
Se não vejamos, foi:
- Vereador na Câmara Municipal de Loures - 1993/1995
- Membro do Secretariado Nacional do PS desde 1994
- Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional - 1995/1997
- Ministro dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional – 1997-1999
- Responsável no Governo pela EXPO 98 - desde Novembro de 1997
- Ministro da Justiça do XIV Governo Constitucional
- Presidente do Grupo Parlamentar do PS na IX Legislatura, entre Abril de 2002 e Março de 2004
- Deputado ao Parlamento Europeu - Junho 2004 a Março de 2005
- Ministro de Estado e da Administração Interna do XVII Governo Constitucional - Março 2005 a Maio 2007
Parecem-me argumentos mais do que suficientes para afirmar com segurança que António Costa é o único candidato com capacidade para devolver a credibilidade que a CML exige e merece.
Filipe Batista
Lisboa tem dois anos para recuperar das imensas inquietações que teve nos últimos 6 anos.
De pouco serve criticar, relembrar, apontar e debater o que de mal aconteceu nesta cidade. Culpa de quem, com a conivência de quem, a oposição de quem… pouco importa! A realidade é só uma: a CML está mergulhada num enorme pântano político e financeiro que importa agora a tirar e dragar o terreno para que possa novamente assentar em solo firme e dar a resposta que a cidade merece.
Esta deve ser a linha de pensamento que todo e cada Lisboeta deve ter quando descarregar na urna o seu voto.
E qual dos 12 candidato tem, ou dá mostras reais de ter, condições de salvar a CML, drenar o pântano e construir uma plataforma sólida e segura para uma cidade que se pretende moderna e competitiva?
Parece-me claro que dos candidatos em questão, um se destaca claramente. Não apenas pela capacidade já demonstrada, rigor, seriedade e objectividade, mas também pelo curriculum que fala por si e que lhe confere, de entre todos os candidatos, o título de mais capaz e melhor preparado para colocar de novo Lisboa na linha!
Se não vejamos, foi:
- Vereador na Câmara Municipal de Loures - 1993/1995
- Membro do Secretariado Nacional do PS desde 1994
- Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional - 1995/1997
- Ministro dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional – 1997-1999
- Responsável no Governo pela EXPO 98 - desde Novembro de 1997
- Ministro da Justiça do XIV Governo Constitucional
- Presidente do Grupo Parlamentar do PS na IX Legislatura, entre Abril de 2002 e Março de 2004
- Deputado ao Parlamento Europeu - Junho 2004 a Março de 2005
- Ministro de Estado e da Administração Interna do XVII Governo Constitucional - Março 2005 a Maio 2007
Parecem-me argumentos mais do que suficientes para afirmar com segurança que António Costa é o único candidato com capacidade para devolver a credibilidade que a CML exige e merece.
Filipe Batista
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